Tu lembras a rua estreita estrada tão antiga
e eu mostrava a ti uma cantiga
Uma cantiga antiga do lugar
Na rua, na paz da lua o som não se fazia
e sem querer então eu esquecia
Que já não temos tempo pra sonhar
Sorrias e a tua voz a cada instante amiga
a um só tempo em um abraço estreito
Fazia à vida, um violão, um jeito
de se fazer amar
Sorrias e a tua voz estranha estrada antiga
perdeu-se ao longe na partida
E não ficou ninguém no seu lugar
(Ednardo-CE)
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
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