Sempre que esquecer dos fatos
basta ler seus devaneios.
Por vezes esteve alegre:
a vontade culpada pela vontade alegre,
re-escrevendo seus sonhos como plumas e desencontros joviais.
A letra de si mesmo
não era tão tardia como agora.
Mas o eco de seus lamentos
até hoje pode ser ouvido através da cortina.
Da verdade de seus ritos
pouco sabiam.
Velada pela incerteza do segundo seguinte.
Os olhos virgens de seus desejos
fluiam pelos lábios de outrora.
Ah!
Seus pecados se perdiam
no ceticismo de seus próprios hecatombes.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
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